Deoclides Macedo cobra urgência do DNIT para recuperar infraestrutura de Porto Franco e BR-226

O prefeito de Porto Franco, Deoclides Macedo, esteve, nesta quarta-feira (19), em Brasília para uma audiência com a diretoria geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ).
O encontro teve como pauta os impactos da queda da ponte entre Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO), que afetou diretamente a travessia fluvial e trouxe reflexos significativos para Porto Franco e toda a região.
Desde o colapso da ponte, a Prefeitura de Porto Franco tem se dedicado a minimizar os impactos causados pela nova realidade do transporte na região e tem articulado junto aos órgãos responsáveis para buscar soluções rápidas e eficientes.
Durante a reunião, Deoclides Macedo entregou um ofício ao diretor-geral do DNIT, Fabrício Galvão, solicitando urgência nas recuperações das avenidas, ruas e da área da Beira Rio, acompanhado de um relatório fotográfico atualizado que demonstra os danos causados pelo aumento do fluxo de caminhões na cidade.
Além disso, o prefeito também fez questão de explicar a Fabrício Galvão as péssimas condições da BR-226, entre Porto Franco e Grajaú, e solicitou que o DNIT do Maranhão seja autorizado a iniciar imediatamente a completa recuperação dessa rodovia. A reivindicação tem como objetivo garantir mais segurança para a população, melhor trafegabilidade para os veículos e condições adequadas para o escoamento da produção agropecuária de toda a região.
A reunião também contou com a presença dos prefeitos de Aguiarnópolis, Wanderly Leite, e Palmeiras-TO, Júnior Noleto, além do assessor do senador Eduardo Gomes, do Tocantins, Mauro Soares, e de Antônio Neiva Jr., representante da LN Moraes Logística.
Um dos pontos discutidos foi a busca por alternativas para melhorar as travessias entre os dois estados até que a nova ponte seja construída.
Deoclides Macedo enfatizou o esforço da Prefeitura em manter a infraestrutura urbana diante do impacto causado pelo aumento do tráfego pesado. "A queda da ponte agravou significativamente o tráfego de veículos pesados na nossa região, impactando diretamente Porto Franco. Precisamos de medidas urgentes para garantir que esse fluxo seja melhor organizado e que nossa infraestrutura urbana não seja sobrecarregada. Seguimos cobrando soluções junto aos órgãos responsáveis para minimizar esses impactos e garantir mais segurança e mobilidade para a população", afirmou.
O diretor-geral do DNIT, Fabrício Galvão, anunciou que medidas emergenciais estão em andamento. "Ainda essa semana, o DNIT mobilizará um contrato emergencial que providenciará a recuperação da infraestrutura das cidades afetadas", afirmou.
A expectativa é que, a partir dessa audiência, sejam definidas ações concretas para mitigar os problemas gerados pela interrupção da ponte, garantindo um planejamento mais eficiente para a logística e o transporte na região.
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